Artigos da categoria ‘Publicidade’
Nesta parte desta pequena série, vou falar um pouquinho sobre os softwares disponíveis no mundo do pingüim para darmos aquela tratada nas fotos que os clientes mandam ou fazer os layouts cheios de relevo, luz e textura.
O mais badalado de todos, que inclusive vem junto com o CD do Ubuntu, é o GIMP. Não só é o mais difundido como é o mais completo de todos, mas pra quem está acostumado com o Photoshop, como eu, a mudança me pareceu um tanto drástica.
As ferramentas do Gimp são bastante semelhantes ao da Adobe, o que facilita um monte na nova rotina, mas o que incomoda mesmo é a organização da coisa, pois o Gimp espalha tudo em janelas, inclusive a janela onde está a imagem tem um menu próprio. A caixa de ferramentas também tem isso.
Outra coisa que tá difícil de me acostumar é a forma que ele lida com as layers, onde pra ficar trocando de uma para outra é um saco, ou eu não descobri direito como se faz. Aliás, o Felipe achou pra mim um site com 10 vídeo-aulas sobre o Gimp. Basta clicar aqui!
Fora o Gimp existem outras opções que podem ser instaladas, como o Krita, que eu também já testei. Mais limitado que o Gimp, o Krita tem a vantagem que é mais organizado, lembrando em muito o Photoshop. Aliás eu gostaria muito que cruzassem os 2, pois teríamos um software muito mais poderoso. Uma limitação irritante deste último software é que não dá pra abrir 2 imagens ao mesmo tempo, o que é um GRANDE limitador!.
No próximo artigo: editoração eletrônica.
p.s. Tá, eu sei que tem como deixar o Gimp parecido com o Photoshop. Pra isso tem que baixar e instalar o Gimpshop, mas tá difícil pra eu conseguir fazer isso…
Publicado em 27 de julho de 2007 por André Traichel
Nas categorias Linux, Publicidade |
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Nesta segunda parte sobre software livre na publicidade, vou comentar minhas aventuras nos softwares de ilustração vetorial disponíveis para o linux. Creio que este é sim o grande limitador do uso do Pingüim no domínio da Apple, e logo você entenderá o porquê.
Pra quem ainda não tá bem ligado, ilustração vetorial é aquela onde o desenho, digamos assim, é feito a partir de cálculos matemáticos feitos pelo software, criando vetores. Exemplos mais populares: Freehand, Illustrator e (argh) CorelDraw. Sim eu sei, a Adobe matou o Freehand em detrimento ao Illustrator, mas não adianta, pra mim o FH ainda é o melhor.
Bom, aqui no Linux já testei e estou usando 2 softwares simultâneamente: o Inkscape e o Xara Xtreme. Ambos possuem aquelas ferramentas comuns a todos os ilustradores, como formas básicas, bézier, paletas de cores, blend e coisas assim. O Xara é melhor nas ferramentas de sombra e relevo, mas o Inkscape tem uma cara mais bonita, mais pra diretor de arte. Os 2 importam o formato .AI, o que facilita um monte, fora os JPGs e TIFFs da vida.
O Inkscape leva uma vantagem bem grande no momento em que o formato que ele salva é o SVG, Standard Vector Graphics, padrão para o vetor no Linux. Ou seja, se ele sair de linha como o FH (snif) qualquer outro pode abrir.
O grande problema dos dois, aliás em todos com excessão do falecido, são as páginas. Sim, eles não tem múltiplas páginas, nem do jeito enjambrado do Corel de uma página após a outra. Fazer 2 páginas com formatos diferentes e colocá-las lado a lado então, nunca. Pra contornar isto eu tenho usado mais o Xara, pois pelo menos ele organiza os arquivos abertos em abas, ficando mais fácil trocar de elementos entre um e outro. A outra solução, bem pior diga-se de passagem, é montar tudo dentro de uma página com 100×100 cm, mas na hora de imprimir é um parto.
Por conta dessas o melhor, pra mim, ainda é tentar fazer o Freehand rodar via Wine e ficar por aí, mas tenho certeza que o pessoal já tem planos pra adicionar as múltiplas páginas e assim colocar o linux mais perto da criação!
Próximo artigo: tratamento de imagens.
Publicado em 13 de julho de 2007 por André Traichel
Nas categorias Design, Linux, Publicidade |
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Nesta primeira parte da série quero mostrar que a administração da agência pode adotar o linux como sistema operacional. Um dos grandes impecilhos na mídia, produção, financeiro, tráfego, atendimento e donos sempre foi o sistema de gestão utilizado, que até hoje a maioria ainda roda exclusivamente sobre Windows. O SiGA é um dos poucos casos REALMENTE multiplataforma, pois roda na web. Não precisa de emulador nem nada do tipo. Mas se preferirem, dá pra rodar algumas coisas Windows usando o Wine, mas não garanto!
Outro ponto pra se levar em conta é o Office, que pra falar a verdade não tem mistério nenhum. Ao instalar o Ubuntu, a distribuição linux que mais indicamos, já vem junto o OpenOffice, bem melhor do que aquelas primeiras versões que muita gente tem trauma. Com o Open todos os arquivos .doc, .xls, .ppt e coisas assim são abertos iguaizinhos ao pacote do Bill, mas sem o preço absurdo.
Quer navegar na Internet? Mozilla Firefox. Quer um Outlook? Tem o Evolution, que tem correio, agenda, lista de tarefas, etc etc. Quer MSN? Tem o GAIM, que até mudou de nome para PIDGIN, mas que traz a grande vantagem de manter todas as conversas em uma única janela através de ABAS. Vem com todo o básico que a gente precisa, menos os vírus.
Precisa instalar um software, como o Skype? É só ir no Adicionar/Remover programas e escolher entre as trocentas opções disponíveis. Ele vai pedir a senha de administrador (ou seja, não é casa da mãe Joana) e voilà, o próprio sistema baixa e instala pra ti o pacote desejado, simples assim.
A parte de configuração não tem muito mistério, afinal pode-se instalar em português o sistema e os menus são muito semelhantes ao Windows. Acho que podem surgir dificuldades na parte de impressão em rede, pois ainda é um pouco complicado, pelo menos na minha visão de novato! Mas qualquer coisa é só chamar um técnico linux que se resolve o assunto.
Depois de instalado o sistema operacional, o grande desafio mesmo são as pessoas. Vejam bem, estou propondo aqui quebrar um vício de anos em um mesmo sistema, mesmo sendo esta mudança muito melhor. O Ubuntu é muito fácil de usar, tem um monte de literatura na web como tutoriais e fóruns. É seguro, gratuito e dá até pra reviver algumas máquinas mais antigas se quiserem através do Xubuntu, a distribuição mais leve dele. O linux não é mais um bicho de sete cabeças, mas sim um sistema altamente customizável para quem conhece mais a fundo e pode ser simples pra quem está chegando. Por exemplo, o Felipe adora linha de comando. Faz o diabo com o terminal aberto. Eu sou mais do mouse, prefiro a coisa simples. E tem funcionado…
Próximo artigo: Ilustração vetorial.
Publicado em 14 de junho de 2007 por André Traichel
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Ontem estava em um dos nossos assinantes do SiGA, conversando sobre o mercado, serviços e bobagens, quando me mostraram uma proposta de campanha para um novo site de um cliente deles. Eis minha surpresa quando vejo no meio das peças e planejamento de mídia, uma tabela detalhada para anunciar no Google! As melhores palavras-chaves, o custo de cada uma, como funciona e assim por diante.
Aquilo realmente me intrigou e levantou uma série de questões: o pessoal da mídia pensa no Google na hora de elaborar um planejamento, ou pra eles anunciar na internet ainda são apenas banners em alguns sites? E digo mais: será que eles sabem de onde vem o faturamento do Google? Como o treco funciona?
Claro, nas grandes agências deve ter gente de olho nesse segmento, mas e nas pequenas e médias agências, os profissionais que distribuem a grana do cliente estão preparados para essa nova onda que pode vir? Muitos dos mídias que eu conheço nem sequer sabem da existência do AdWords, muito menos como funcionam. Mas não podemos falar só dos mídias: a criação sabe também que isto existe? E o atendimento, alguma vez sugeriu para o cliente, este o mais interessado em gastar pouco e ter muito retorno, em anunciar na internet?
Olha, do jeito que tem blogueiro ganhando dinheiro com o AdSense, deve dar resultado. Saiu na web a notícia que o Google Adsense pagou 1,1 bilhãode dólares aos seus “publicadores”. Se o Google pagou isto, imagina o que recebeu!
Eu também sei que existe um ponto contra esta história de AdWords: de quem a agência vai cobrar os seus 20% de comissão? Sabem né, a famosa frase “vamos carcar na mídia” perde efeito, e a agência passa a ter que garantir o seu dindin de outra forma, seja no valor do planejamento ou na criação. Mas que é um ponto interessante pra se discutir no futuro, isto é.
Na parte que nos toca, acho que teremos que acrescentar no SiGA uma autorização de mídia web…
Publicado em 26 de abril de 2007 por André Traichel
Nas categorias Internet, Publicidade |
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Ok OK, sei que nas grandes agências existe uma estrutura invejável, como qualquer outra grande empresa, com administradores, contadores e todo tipo de técnicas para manter a empresa na linha. Mas e nas pequenas e médias agências? Estão os donos cientes de que existem mais coisas além da criação, veiculação e cobrança?
Pode parecer estranho, mas existem muitas pequenas e médias agências onde o dono, ou os donos, não se preocupam ou não tem tempo, com a forma como a sua empresa está sendo gerenciada. Digo isso pois como o nosso carro-chefe é o SiGA, um sistema feito justamente para gerenciar agências de comunicação. Quando vamos dar o treinamento em um novo assinante a gente percebe como pequenas coisas, como por exemplo, o quanto cada cliente ocupa de tempo na criação, passam desapercebidas pelo dono da empresa. Mesmo o quanto foi gasto com material de expediente às vezes fica distante do conhecimento daqueles que investem tudo na sua empresa, e muitas vezes isto acontece simplesmente por quê fica muito complicado juntar a informação.
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Publicado em 10 de abril de 2007 por André Traichel
Nas categorias Cotidiano, Publicidade |
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